Política

Filho quer conversar com Bolsonaro sobre rumos da campanha neste sábado

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O candidato ao Senado Flavio Bolsonaro (PSL-RJ), filho do presidenciável Jair Bolsonaro (PSL), disse que a partir de sábado (8) conversará com o pai sobre os rumos da campanha presidencial.

Jair Bolsonaro foi esfaqueado na região do abdômen durante ato de campanha, em Juiz de Fora (MG), e está internado em um hospital da capital paulista. “Amanhã eu vou tratar disso com ele (sobre campanha). Mas é inevitável. Ele não vai mais poder fazer campanha em rua. Vamos ver como funciona”, diz.

“Ele vai fazer a campanha usando os canais dele de redes sociais, que são o forte dele, dando os recados. Agora, o estratégico, o que vai fazer a cada momento a gente não conversou ainda.”

Flávio Bolsonaro diz que o pai “está mais bem disposto”. “Agora, na verdade, a evolução dele é o quadro não piorar. Porque a preocupação é de não haver uma infecção generalizada, porque a facada atingiu o intestino, podia infeccionar alguma coisa de forma mais grave”, disse.

“Então não acontecendo isso – ele está sendo medicado para que isso não aconteça – ele vai evoluindo. O quadro dele vai cicatrizando os pontos que ele tomou na barriga inteira praticamente então está melhorando gradualmente, mas detalhes mais técnicos só os médicos podem falar.”

Segundo o filho, os médicos determinaram a diminuição no número de visitas ao paciente para que não comprometa sua recuperação.

“Hoje foi um dia bem intenso, com muitas visitas, muita movimentação. Inclusive pediram para restringir as visitas a ele agora para ele descansar e se concentrar na recuperação dele”, disse Flávio. “Na verdade a equipe médica pediu um pouquinho mais de atenção pra isso, só a família tenha acesso a dentro da sala onde ele está”, diz Flávio.

Nesta sexta ele recebe apoiadores de sua campanha à Presidência da República. O pastor Silas Malafaia e o senador Magno Malta (PR) gravaram vídeo ao lado do paciente com mensagens políticas.

“Na verdade o Jair que autorizou a entrada das pessoas. São pessoas queridas por ele que entraram lá. Não tem nada de indevido nisso. O que foi pedido é que como tem um fluxo muito grande de pessoas foi restringido a partir de agora”, diz Flávio. “Não é porque essas pessoas estiveram lá. É porque muitas pessoas estiveram e para ele não é bom para a recuperação.”

Fonte: Bem Paraná – 08/09/2018

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Ivone Souza - Redação

Ivone Souza é jornalista graduada pelo Centro Universitário Internacional Uninter. Foi repórter e produtora de conteúdos do Portal Mediação, redatora do site Uninter Notícias, escritora e cronista. Curte teatro, uma boa leitura e é apaixonada por viagens e fotografia.

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